Construindo seu Futuro – Índice FipeZap confirma ganhos maiores em FIIs

Índice FipeZap confirma ganhos maiores em FIIs

Mesmo neste momento de volatilidade, dólar em alta e indefinição eleitoral, os Fundos Imobiliários (FIIs) têm se mostrado atrativos quando comparamos com a compra de um imóvel físico e o recebimento de aluguéis.
Essa avaliação é reforçada pelo resultado do índice mensal do FipeZap de locação de imóveis comerciais, que acompanha a evolução dos preços médios de conjuntos e salas comerciais de até 200 metros quadrados nos municípios de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Belo Horizonte. Ele registou uma queda de -0,33% no mês de julho, enquanto a inflação do mesmo período, calculada pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), subiu para +0,33%.
O índice é uma boa proxy para entender o comportamento de novas locações. Por mais que seja generalista e não detalhe as regiões observadas pela amostra, o indicador merece acompanhamento e pode ser usado na comparação com o que está sendo praticado nos Fundos Imobiliários de lajes comerciais.
Em uma análise de representatividade do preço de locação com o preço de venda, realizada pela própria parceria entre FipeZap, o setor de conjuntos e salas comerciais pratica o yield de 0,43% mensal, que gera retorno de 5,2% ao ano.
Quando olhamos para os Fundos Imobiliários e, principalmente, para aqueles que analisamos no produto Riqueza em Construção, o dividend yield esperado é em torno de 0,6% ao mês, que gera aproximadamente 7,2% de ganhos ao ano.
Tudo isso indica as vantagens dos Fundos Imobiliários frente à compra de um imóvel. Além, é claro, do benefício de diversificação que há neste segmento.

Fundo de FIIs do BTG mostra que seletividade é necessária

Na última semana, estive reunido com o BTG para entender o racional por trás da realização do sétimo follow on do fundo de Fundos Imobiliários da casa (BCFF11). A estratégia do gestor está alinhada com a nossa visão sobre o momento dos FIIs, em que a queda nos preços das cotas durante o segundo trimestre de 2018 está atrelada ao risco do país e ao movimento da NTN-B longa (acima de 5 anos).
De acordo com Rui Ruivo e Fernando Crestana, o momento tornou-se uma oportunidade para o fundo comprar participação em bons FIIs a um preço baixo, visto que a demanda por espaços em São Paulo ainda é alta e a entrega para os próximos anos quase inexiste. Acreditamos que este movimento cria, para o dono do imóvel, oportunidade de retirar o tempo de carência e até mesmo reajustar aluguéis acima da inflação.
Com isso, o momento do mercado imobiliário é positivo, mas mantemos a cautela de que nem todos os fundos têm potencial de crescimento, sendo a seletividade por qualidade e localização imprescindíveis.

Confira agora os destaques para os FIIs entre os dias 20/08 e 24/08:

gráfico-FIIs

BRCR: O fundo publicou, no dia 20 de agosto, um fato relevante ao mercado, em continuidade aos fatos relevantes dos dias 22 de março e 20 de junho, referentes a operação de compra e venda de ativos entre o fundo e a Brookfield Property Group. No documento, o BRCR esclarece que, devido à complexidade da operação, as partes necessitarão prorrogar o prazo para a obtenção completa da documentação dos 8 ativos, uma exigência legal como condição precedente para assinatura dos contratos finais. A extensão do período de diligência vigorará até o próximo dia 14 de setembro.

TBOF: O fundo de gestão ativa do segmento de lajes corporativas comunicou ao mercado, no dia 22 de agosto, que dois locatários do Edifício Tower Bridge Corporate, cuja propriedade é integralmente do fundo, não efetuaram o pagamento do aluguel referente ao mês de julho de 2018. Ambos os inadimplentes alegaram problemas operacionais internos. Dessa forma, a distribuição de rendimentos relativa ao exercício do mês de julho foi impactada negativamente em 27,51% pelo ocorrido. Ainda no documento, a administradora ressalta que serão cobrados multa e os encargos devidos.

HFOF: Fundo de fundos, com a maioria do portfólio alocada no segmento de galpões logísticos, publicou na quinta-feira, 23 de agosto, um fato relevante ao mercado a respeito do encerramento da distribuição pública primária da 2ª emissão de cotas do fundo, que ocorreu na mesma data. A emissão ocorreu dentro da IN 476 da CVM (oferta restrita), onde foram subscritas e integralizadas aproximadamente 156 mil cotas, no valor individual de R$ 88,74. Ainda no documento, a administradora Genial investimentos esclarece que os cotistas que exerceram o seu direito de preferência até 20/08 terão seus recibos convertidos em cotas do fundo na abertura do mercado no dia 3 de setembro e poderão ser negociadas na B3 livremente. Àquele que subscreveu e liquidou cotas após a data limite também terá seus recibos convertidos no próximo dia 3, porém essas cotas permanecerão bloqueadas e somente poderão ser negociadas após 90 dias.

Esta edição fica por aqui!

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Uma ótima semana a todos!
Um abraço,

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