Construindo seu Futuro – Queda na inflação e os alívios que estão por vir

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) desacelerou no mês de julho. De acordo com os dados divulgados na última semana pelo IBGE, o indicador que mede a inflação oficial no país caiu para 0,33% — a estimativa da Eleven era de 0,31%. Nos últimos 12 meses, o IPCA acumulou 4,48%.

No mês anterior, o destaque havia sido a alta de 4,39% no IPCA motivada pelos impactos dos eventos ocorridos no fim de maio, entre eles a greve dos caminhoneiros. Como você deve se lembrar, os protestos bloquearam rodovias, causando desabastecimento de combustíveis e outros produtos. Apesar de todo o choque na economia do país e no mercado financeiro, acreditamos que os reflexos se dissiparão ao longo dos próximos meses.

Na visão do nosso time de análises macroeconômicas, estamos em um ambiente com nível de produção com muito a evoluir, de inflação cíclica e de plena ancoragem de expectativas. Por isso, uma política monetária expansionista ainda é necessária, mesmo diante de incertezas domésticas e externas.

Assim, esperamos que a taxa básica de juros (Selic) se mantenha em 6,5% até o final do ano, buscando incentivar os investimentos em capital e força de trabalho. Com isso, o alívio na taxa de desemprego é uma consequência natural e de médio prazo, influenciando o hábito de consumo e crescimento do PIB do país.

Os impactos práticos disso nos Fundos Imobiliários das categorias de tijolo são:

  • Redução da taxa de vacância dos empreendimentos comerciais;
  • Novas locações de galpões logísticos para suportar um possível crescimento de operação;
  • Aumento do fluxo de pessoas e vendas nos shopping centers.

Em relação aos Fundos Imobiliários de papel, esses também são impactados positivamente com o surgimento de novas operações de Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI), possibilitando melhor relação entre risco e retorno quando comparado ao benchmark, mantendo a segurança no fluxo de pagamentos.

Confira agora os destaques para os FIIs entre os dias 03/08 e 10/08:

CXTL: O fundo do segmento de galpões logísticos sob gestão passiva da Caixa Econômica Federal comunicou ao mercado essa semana, por meio de fato relevante, que o locatário do imóvel Pólo Off Shore, em Macaé (RJ), a Schain Engenharia, desocupou o imóvel sem qualquer aviso prévio. A administradora diz que, juntamente com a consultora imobiliária do fundo, já está tomando as medidas cabíveis para a recuperação dos valores devidos.

DOMC: O fundo de lajes corporativas sob gestão ativa da CM Capital comunicou, por meio de fato relevante ao mercado, no dia 7 de agosto, que foi firmado o contrato de locação referente a 32 conjuntos comerciais da torre A do edifício Domo Corporate, em São Bernardo do Campo (SP). As unidades locadas representam cerca de 34% da ABL do fundo monoativo, cuja vacância passa a ser de 23%. Ainda no documento, é informado que a receita mensal será impactada positivamente no valor aproximado de R$ 450 mil.

RNGO: O fundo de lajes corporativas publicou um fato relevante ao mercado no último dia 7. No documento, a administradora (Rio Negro Investimentos) comunica que o locatário inadimplente, citado em fato relevante no dia 31 de julho, efetuou o pagamento do aluguel pendente, bem como os encargos e multas moratórios devidos. Além disso, foi informado que a próxima distribuição de dividendos será elevada em R$ 0,07 por cota.

Esta edição fica por aqui!

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Uma ótima semana a todos!

Um abraço,

Raul Grego

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