Construindo seu Futuro: Reação no preço do aluguel se torna oportunidade

O índice FipeZap de locação residencial encerrou o mês de janeiro com variação positiva de 0,41%, após alta de 0,38% em dezembro. Comparado com o IPCA (índice que mede a inflação oficial do país), o valor de locação dos imóveis teve um aumento real de 0,09%, sendo um dado positivo para o mercado imobiliário, porque mostra uma retomada do setor já no nicho residencial.

Quando olhamos para o mercado comercial, percebemos também que há uma evolução no preço por m² nos empreendimentos localizados em São Paulo, o que impacta diretamente os rendimentos dos fundos imobiliários do segmento de lajes corporativas.

Em relação ao mercado do Rio de Janeiro, de acordo com uma pesquisa da SiiLA Brasil, a taxa de ocupação de escritórios de alto padrão alcançou 65,3% ao final de 2018. Mesmo possuindo um alto índice de vacância, a tendência é positiva e pode mostrar uma reação nos preços a partir de 2021.

Com tudo isso, continuamos com a perspectiva positiva para o mercado de escritórios em São Paulo, dada a retomada da atividade da economia projetada para os próximos três anos e o início do ciclo imobiliário.

Esperamos que os preços de locação mostrem reação a partir das próximas renovações de contratos de aluguel, o que poderá impulsionar o faturamento e rendimento dos fundos imobiliários do setor.

Agora confira os destaques entre os fundos imobiliários de 15 a 22 de fevereiro:

JRDM: fundo do segmento de shopping centers comunicou ao mercado o encerramento da distribuição pública das cotas da 2ª emissão do fundo, ocorrido no dia 15. No âmbito da emissão, foram subscritas e integralizadas 299.908 novas cotas ao valor unitário de R$ 65, perfazendo o montante total de aproximadamente R$ 19,4 milhões.

RBDS: fundo de galpões logísticos comunicou ao mercado na quarta-feira por meio de fato relevante que, a partir de janeiro, por decisão da gestora (RB Asset) em conjunto com a consultora Imobiliária (RB Realty), ocorreu uma redução da taxa de administração global do fundo, passando de 1,5% ao ano para 1,3% sobre o patrimônio líquido.

KFOF: iniciou as negociações na sexta-feira na B3, tendo emitido cerca de 1,3 milhões de cotas ao preço inicial de R$ 100 por cota. Acreditamos que esse fundo de fundos tem potencial para crescimento, dada a oferta inicial, de R$ 215 milhões, e a captação de cerca de R$ 132 milhões. A Kinea é atualmente a gestora, que possui os maiores fundos imobiliários do mercado, sendo eles o KNCR, KNIP e KNRI, o qual ela busca aumentar com uma captação ativa de R$ 1 bilhão.

GGRC: fundo logístico liquidou o direito de preferência da 3ª emissão com sucesso de 1,49 milhão de cotas subscritas de um total de 2,2 milhão, perfazendo 67,3% das cotas subscritas no direito de preferência que foi não negociável. Para as cotas remanescentes sobraram R$ 81,8 milhões de reais, cerca de 724 mil cotas, que têm data limite para entrar na subscrição no dia 28 de fevereiro com liquidação no dia 7 de março.

Esta edição fica por aqui!

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Uma ótima semana a todos!

Um abraço,

Raul Grego

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