Construindo seu Futuro – A todo vapor

A Todo Vapor

Como investidor informado, já é de seu conhecimento que o mercado imobiliário mantém o capital protegido em patrimônio físico. Além disso, você sabe também que esta indústria tende a se valorizar ao longo do tempo, com a inflação e o desenvolvimento do local, certo?

Sem falar que o setor de construção civil gera muitos empregos e moradias e acelera a economia…

Pois então, com a taxa de juros baixa (6,5%) e a inflação sob controle (~3%), a tendência é que as incorporadoras apresentem novidades, fomentando o mercado imobiliário com novos projetos.

Os dados pré-operacionais do 1T18 confirmam estes bons ventos, já que, até o momento, as companhias de capital aberto mostram crescimento significativo tanto nas vendas de estoques prontos e em construção, como em lançamentos residenciais.

O resultado disso? A retomada da atividade econômica, ainda que um pouco lenta.

Quais as expectativas para os FIIS?

A combinação inflação sob controle e juros baixos aliada a um ambiente favorável à construção civil são ótimos indícios de que o ritmo de crescimento dos fundos imobiliários seguirá firme e forte.

Só para você ter uma ideia, apenas nos quatro primeiros meses deste ano (1Q18), foram registradas 13 ofertas em um volume próximo de R$ 2,6 bilhões, o maior desde 2013 (no 1Q13, o número foi de 15 ofertas em volume de R$ 4,2 bilhões), de acordo com dados da CVM.

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Na última semana (30/04 a 04/05), os destaques para os fundos imobiliários foram:

 

FIGS – O fundo imobiliário, que conta com uma distribuição de rendimentos garantida (RMG), está a um ano do encerramento do período e, mesmo sem a RMG, acreditamos no potencial de crescimento no longo prazo do fundo imobiliário. Há um valor intrínseco do Parque Shopping Maia que, por conta da crise, teve o seu tempo de maturação estendido e, em nossa visão, deve se concretizar nos próximos 2 anos, com uma redução de taxa de vacância e aumento nas vendas. Além disso, é uma região que está em processo de expansão e pode, no longo prazo, apresentar bons rendimentos para os investidores. A renda real do fundo imobiliário é, em média 6% ao ano, em linha com alguns pares (HGBS, XPML, PQDP e SHPH), mas ainda pode ampliar sua renda nos próximos anos com crescimento de taxa de ocupação. Sobre a recente queda nas cotas do fundo, entendemos como oportunidade. Assim, reforçamos nossa posição e recomendação de compra.

HGCR – Iniciada a 3ª emissão de cotas do CSHG Recebíveis Imobiliários em oferta, totalizando mais de R$ 153 milhões, já descontados os custos, a um preço de aquisição unitário de R$ 105,73. Com o total arrecadado, o fundo com foco em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) pretende comprar novos CRIs. Os que já possuem cotas HGCR11 poderão exercer seu direito de preferência até o dia 18 de maio e os que pretendem aderir à oferta poderão a partir de 24 do mesmo mês.

XPML – O fundo de shopping centers celebrou Carta de Intenções Vinculantes para a compra de participações em ativos da JHSF. A aquisição é referente à participação minoritária em 4 empreendimentos: Shopping Cidade Jardim (SP), Catarina Fashion Outlet (SP), Shopping Bela Vista (BA) e Shopping Ponta Negra (AM). O montante total da transação é de até R$ 745 milhões, sendo que a XP Investimentos manifestou interesse em atuar na oferta pública de cotas do XP Malls, que será realizada para efetuar as aquisições. Sua contratação está em votação pelos cotistas do fundo e, caso aprovada, haverá prestação de garantia firme de colocação para o montante de R$ 200 milhões.

KNRI – O Kinea Renda Imobiliária apresentou uma desocupação de andar no Edifício Bela paulista, um dos 7 edifícios comerciais em que possui participação. Com isso, a taxa de vacância que era anteriormente de 11,90% passou a ser de 12,53%. O fundo possui portfólio diversificado, com participação em edifícios comerciais nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro e também em galpões logístico-industriais. Apesar da saída no último mês, a maior parte da vacância do fundo é nos edifícios comerciais no Rio de Janeiro e nos galpões logístico-industriais que apresentaram desocupações no início do ano.

RBRR – Encerrada a oferta pública da 1ª Emissão de Cotas do RBR Rendimento High Grade, fundo de papel de alta qualidade. A arrecadação foi um pouco acima de R$ 148 milhões, valor superior ao total pretendido, com participação integral do lote suplementar e parcial do adicional.