Fundos de Investimento: o que são e quais tipos existem

Fundos de Investimento: o que são e quais tipos existem

A forma mais ilustrativa de entender um Fundo de Investimento é comparando-o a um condomínio. No qual, condôminos com interesses e objetivos em comum, compram frações de um patrimônio e usufruem de uma estrutura inteira. Transferem suas responsabilidades a figuras especializadas – contratam um zelador, síndico, administrador, segurança – e rateiam todos esses custos. Assim, passam a ter acesso a benefícios que, muito dificilmente, seriam viáveis individualmente.

Os Fundos de Investimentos seguem a mesma lógica. Investidores com objetivos em comum aplicam seus recursos através da aquisição de cotas e passam a deter frações de um patrimônio. A grande vantagem é que essa comunhão de recursos se destina a aplicação em ativos financeiros variados, diversificando as formas de investimento. Além disso, ao entrar em um Fundo, o cotista transfere a responsabilidade de gerir seus recursos a equipes profissionais, entre as quais se destacam as figuras do gestor e do administrador.

Gestão profissional faz a diferença para Fundos

O gestor de recursos é o responsável pela carteira do Fundo: elabora e executa as estratégias, decide quais ativos serão comprados e vendidos e como serão as alocações – ou seja, formas de rentabilizar o portfólio. O administrador desempenha a parte operacional, contrata os prestadores de serviços e é o responsável por fiscalizá-los. Sua principal tarefa é assegurar que os interesses dos cotistas sejam cumpridos.

Importante mencionar que a indústria de Fundos no Brasil é regulamentada pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Os fundos são regidos por normas da CVM e por um regulamento próprio, o qual dispõe individualmente sobre suas características e regras.

Um dos principais critérios que distingue os Fundos entre si é a composição dos portfólios – ou seja, em quais ativos, de quais mercados e em quais limites o Fundo poderá operar. A partir disso, o cotista escolhe a qual tipo de ativos e nível de riscos ele está disposto a expor-se. Existem quatro classificações quanto à composição das carteiras.

De forma simplificada, podemos descrevê-las da seguinte forma:

Fundos de Renda Fixa: devem possuir, no mínimo, 80% da carteira em ativos relacionados diretamente, ou sintetizados via derivativos, ao fator de risco que dá nome à classe. Enquadram-se nesse fator de risco, por exemplo: títulos da dívida pública federal, títulos de renda fixa de emissão ou coobrigação de instituições financeiras, títulos de renda fixa considerados de baixo risco de crédito pelo gestor, entre outros.

Fundos de Ações: devem possuir, no mínimo, 67% de seu patrimônio líquido composto pelos seguintes ativos financeiros:

  1. Ações admitidas à negociação em mercado organizado;
  2. Bônus ou recibos de subscrição e certificados de depósito de ações;
  3. Cotas de Fundos de ações e cotas dos Fundos de índice de ações;
  4. BDR nível I e II.

 

Fundos Cambiais: devem possuir, no mínimo, 80% da carteira em ativos relacionados diretamente, ou sintetizados via derivativos, à variação de preços em moeda estrangeira ou à variação do cupom cambial.

Fundos Multimercados: devem possuir políticas de investimento que envolvam vários fatores de risco, sem o compromisso de concentração em nenhum fator em especial ou em fatores diferentes das demais classes

Como escolher um fundo para investir?

Em 2017, a indústria de fundos brasileira atingiu o patamar de R$ 4 trilhões de patrimônio líquido, divididos entre uma enorme quantidade de fundos. A multiplicidade de opções confunde (e muito!) o investidor na hora de escolher os produtos mais adequados ao seu perfil.

O primeiro passo é ter clareza sobre quais são os objetivos ao fazer essas alocações e, considerando que nenhum fundo é livre de riscos, a quais deseja se expor. Além disso, pelos motivos que mencionamos anteriormente, acreditamos que a escolha da equipe a qual o investidor decide confiar seus recursos é fundamental.

A opção deve ser por profissionais diligentes e tecnicamente qualificados para lidar com tamanha responsabilidade e conseguir entregar bons resultados dentro do que se propõem. Por fim, esses fatores devem ser traduzidos em indicadores de performance positivos e consistentes, afinal, o que o investidor deseja é ver o crescimento de seu patrimônio!

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