O Brasil precisa do Luis – Um caso de sucesso corporativo

Luis otimizou recursos, planejou, compreendeu as mais complexas regras e estudou as alternativas fora do radar. Entenda o Brasil do Luis.

Final de 2012, crescendo, céu azul com algumas nuvens no horizonte. A mensagem entregue aos escandinavos era de um leve, contido otimismo em relação ao que viria em 2013.

O dono do campo, da bola e do juiz mudou a regra do jogo e principalmente o regulamento do campeonato. Os céus escureceram. Sinais enviados à terra da Aurora Boreal pareciam refletir um outro mundo, uma versão alternativa de realidade, mais com a cara de Hitchcock.

Da Suécia veio um raio em forma de ordem. Naquele momento seria necessário mais que um treinador. Um líder estrategista, frio o suficiente para compreender todas as variáveis e recursos, porém intenso para canalizar esforços e resistir ao desafio que vinha à frente.

Alguém com capacidade de compreender claramente a finalidade da organização, mas mantendo-se focado nos meios utilizados para chegar lá.

Veio a juventude. Quase um menino. Prodígio. Trazendo um olhar que mistura o brilho do idealismo com a dureza da convicção absoluta do custo do caminho.

Luis montou sua seleção. Trouxe para perto de si os melhores, nas posições mais fundamentais. Os 4 formaram o “quadrado mágico”. Finanças, pessoas, mercado, estratégia e liderança.

Luis otimizou recursos, planejou, compreendeu as mais complexas regras e estudou as alternativas fora do radar. Mirou no que aos olhos dos “normais” seria impossível. E fez. Viveu o período de transição, contingenciando recursos de maneira inteligente, íntegra e focada.

As três outras frentes foram cobertas por cada uma das peças desta “quadrado mágico”. Cada peça liderando suas equipes, sérios e resolutos.

Luis tem muito de Sun Tsu. Tem muito de Maquiavel. Tem Kotler, tem Keynes, até de Jobs, em vários momentos nos quais a genialidade encontra a intensidade por tantas vezes difícil de compreender.

Luis viveu 2013 e 2014, adaptando, evoluindo, sendo criativo e consolidando um conceito até então inédito e disruptivo em uma companhia global e centenária. Os mais conservadores assistiram incrédulos a chegada de 2015.

O “quadrado mágico” vive um ano de imensa pressão no Brasil. Assustados? Não! A resposta é preparados. A companhia entrega em 2015 sua melhor performance em mais de duas décadas no mercado brasileiro. Cresce a taxas de dois dígitos, orgulha-se do seu produto, do seu time e do seu preparo.

Luis é economista, fundamentalista, desenvolvimentista e diligente na gestão de riscos. Luis investe com cuidado sem perder a criatividade. Luis é assinante Premium Eleven e já investiu em relatórios das companhias que mais se aproximam de seu perfil.

O Brasil precisa de mais gente como Luis e seu “quadrado mágico”.

 

Luis realmente existe. Seu nome completo é Luis Gustavo Rezende. Presidente da Volvo Cars do Brasil. A história resumida acima é absolutamente verdadeira. Seu quadrado mágico tem nos outros 3 lados, Thyana Otsuka (CFO), Eliane Trinca (RH) e João Oliveira (Mercado), todos assinantes Premium Eleven, para nosso maior orgulho!

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