Termômetro do Mercado – 1 milhão de investidores na B3: muito trabalho a fazer

No mês de março deste ano, o número de investidores ativos na Bolsa de Valores do país atingiu a marca recorde de 1 milhão. O crescimento de impressionantes 49,4% nos últimos 12 meses é digno de comemoração e, ao mesmo tempo que ratificou o interesse do brasileiro pelos investimentos e pela renda variável, expôs o abismo que ainda existe entre o nosso mercado e economias mais maduras, como a americana.

Por aqui, apenas 0,48% da população investe, percentual muito abaixo da taxa média dos países emergentes: 6%. Nos Estados Unidos, cerca de 70% dos americanos possuem algum tipo de investimento, incluindo aplicações em Bolsa.

O número de investidores ainda é pequeno no nosso país e isso pode ser explicado, em partes, pelos grandes períodos de instabilidade que o Brasil passou nas últimas décadas. Os anos de hiperinflação, as mudanças de moeda e os juros elevados deixaram no investidor uma mentalidade de curto prazo, priorizando a renda fixa por ser mais segura e estável. Por isso mesmo a Caderneta de Poupança ainda concentra R$ 798,5 bilhões, frente aos R$ 229,8 bilhões em ações de pessoas físicas.

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Como identificar as maiores oportunidades da Bolsa e ainda fugir das armadilhas na hora de investir?

Isso é possível com o Renda Variável. Esse é o produto da Eleven que entrega a maior cobertura de ações do mercado. São análises de mais de 130 companhias, incluindo empresas sólidas como Vale, Petrobras e Magazine Luiza.

Trata-se de um verdadeiro apoio para o investidor que busca as melhores rentabilidades, o pagamento de dividendos e o controle de risco.

Conheça o Renda Variável.

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Investimento em educação financeira

É preciso reconhecer, porém, que esse contexto vem se transformando nos últimos anos, principalmente em razão da mudança na curva de juros. Com a taxa básica Selic em 6,5%, seu nível mais baixo, os investidores se sentem mais seguros e buscam aplicações com um pouco mais de risco e maior potencial de retorno. Além disso, a tecnologia facilita o dia a dia, oferecendo mais comodidade, velocidade e segurança para as transações. Bastam alguns comandos no home broker para que, por exemplo, um investimento seja interrompido e perdas sejam minimizadas.

E para os próximos anos, a tendência é que o ambiente se torne ainda mais favorável para investimentos em renda variável e para que o número de pessoas cadastradas na B3 aumente. Mas, para que esse cenário se consolide, um amplo trabalho de educação financeira precisa ser feito.

Quando o investidor acessa informações e opiniões de qualidade sobre finanças e economia, ele adquire autonomia para tomar as melhores decisões para o seu dinheiro. Consegue evoluir em uma sua jornada de construção de patrimônio, combinando segurança e controle de risco.

Na Eleven, entendemos que a educação financeira é fundamental para o desenvolvimento do mercado de capitais. Foi por isso que criamos o projeto Eleven Labs, uma iniciativa que buscará trazer uma combinação única entre inovação e educação às mais diversas frentes do mercado financeiro nacional.

Para liderar essa iniciativa trouxemos Felipe Barreiros, eleito como o CEO da Startup de Educação Mais Atraente do Brasil pela 100 Open Startups. Foi reconhecido em Nova York como Community Giver pela Wework e selecionado como Global Shaper pelo grupo do Fórum Econômico Mundial. Com a bagagem de quem já ensinou mais de 20 mil pessoas, Felipe Barreiros chega para assumir a missão de revolucionar a experiência de desenvolvimento e formação do mercado de capitais.

Sabemos que os hábitos estão mudando e que diversas ferramentas estão sendo utilizadas para facilitar o dia a dia das pessoas. Uber para o transporte, IFood para a alimentação, compras online… E da mesma forma, a Eleven tem como objetivo ser um facilitador, uma ferramenta no mundo dos investimentos. Queremos que cada vez mais brasileiros estejam construindo valor na Bolsa de Valores, e por isso trabalhamos para oferecer um apoio completo para todos os investidores, com análises profundas e independentes de todas as classes de ativos.

Temos um trabalho constante para inovar no mercado financeiro e isso deve se intensificar nos próximos meses. Estamos preparando diversos projetos educacionais que terão como objetivo capacitar muitos investidores.

Fique de olho, pois muitas novidades estão chegando!

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Cyrela (CYRE3). A incorporadora Cyrela apresentou fortes resultados em todas as principais frentes operacionais no primeiro trimestre de 2019, de acordo com a prévia da companhia: (i) lançamentos, (ii) vendas e (iii) Venda sobre Oferta (VSO). Os lançamentos apresentaram crescimento de 25,9% frente ao 1T18, totalizando R$ 547 milhões em potencial Valor Geral de Vendas (VGV), sendo que a participação da companhia passou de 60% para 78% nos empreendimentos. Acreditamos que a companhia poderá lançar em torno de R$ 4 bilhões em VGV potencial ao final de 2019. As vendas atingiram R$ 1,04 bilhão, sendo R$ 426 milhões no alto padrão, tendo maior representatividade no médio e baixa renda, mesmo com as dificuldades apresentadas pelas companhias concorrentes (Tenda, MRV e Direcional). Em nossa visão, a prévia da Cyrela foi muito consistente e deve ter reflexo positivo nas ações CYRE3.

Braskem (BRKM5). Em fato relevante divulgado após o mercado na última quarta-feira (17), a empresa química Braskem anunciou a suspensão do pagamento de dividendos em virtude da decisão do desembargador da 3ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Alagoas, que determinou a suspensão da deliberação dos acionistas para a distribuição de dividendos, no montante de R$ 2,7 bilhões. Isso já vinha sendo especulado dado a ação judicial proposta contra a empresa pelo Ministério Público e a Defensoria Pública de Alagoas, cujo pedido de bloqueio soma valor de aproximadamente R$ 6,7 bilhões. O bloqueio seria para garantir as indenizações à população afetada pelo fenômeno geológico ocorrido em bairros próximos à área de extração de Salgema, em Maceió.

Ser Educacional (SEER3). A Companhia anunciou a aquisição de 100% do capital social da SODECAM, mantenedora do Centro Universitário do Norte (UniNorte), com sede em Manaus (AM). Ao fim de 2018, a UniNorte possuía um número total de 25.172 alunos, sendo 92% alunos de graduação, e EBITDA ajustado de R$ 18,7 milhões. O valor da transação será de R$ 194,8 milhões, do qual será deduzido o endividamento líquido, conforme aplicável, no montante de R$ 9,8 milhões. Seguindo sua estratégia de expansão, a Ser se consolida ainda mais na região Norte do país com a aquisição de uma marca relevante em Manaus. Transação sujeita a condições