Termômetro do Mercado – Eleven Day: informações que fazem a diferença!

Estar bem informado pode fazer a diferença nos seus investimentos?

Diariamente, toneladas de notícias, dados e opiniões são despejadas sobre os investidores. E, como você sabe, as informações chegam pelos mais diversos canais: redes sociais, jornais e revistas, WhatsApp, TV. Esse bombardeio, no entanto, pode se tornar perigoso. Isso porque muitas pessoas se apegam à ideia de que, quanto mais informado você for, melhor serão as suas decisões.

Mas como defende o psicólogo Daniel Kahneman, vencedor do Prêmio Nobel de Economia, o maior inimigo do investidor é o excesso de confiança. O mais importante é selecionar as informações que você consome, identificando o que é ruído e o que vale a pena ser considerado na sua tomada de decisão.

Para ajudar os investidores nesse processo realizamos, na última segunda-feira (26), mais uma edição do Eleven Day, evento que foi criado especialmente para os nossos clientes One. Recebemos para uma conversa o economista Luiz Carlos Mendonça de Barros e o presidente do Conselho de Administração da empresa Ânima Educação, Daniel Castanho.

Mediado pelo nosso estrategista-chefe, Adeodato Netto, o debate se concentrou neste momento de transformação para o Brasil, o governo de Jair Bolsonaro e os impactos da nova gestão para a economia brasileira. Foi uma oportunidade de entregar aos nossos clientes opiniões selecionadas e embasadas, além de ajudar no fomento ao mercado de capitais do país.

Daniel Castanho, Luiz Carlos Mendonça de Barros e Adeodato Netto

Luiz Carlos Mendonça de Barros

O engenheiro e economista dispensa apresentações, mas é sempre bom destacar alguns pontos de seus 50 anos de carreira. Doutor em economia pela Unicamp, iniciou sua trajetória profissional em 1967 como analista financeiro do Investbanco. Em 1972, passou a operar na Bolsa por meio da corretora Patente, que fundou junto com três outros sócios. Mendonça de Barros também é ex-presidente do BNDES e ex-ministro das Comunicações.

No evento ele defendeu que a nova equipe econômica chega sem conhecer os reais desafios do país e diz que os profissionais escolhidos por Bolsonaro podem não ter ainda a real dimensão da complexidade do que vão encontrar pela frente. Na conversa o economista ainda relembrou algumas políticas econômicas desenvolvidas nas últimas décadas, incluindo os governos militares, e destacou que a recuperação cíclica de uma economia como a nossa leva a uma euforia, a um “porre de otimismo”. É nesse momento que a racionalidade se faz extremamente necessária.

Para o economista, é muito bom ter um governo que tem uma equipe econômica competente e com força de ação. Mas preocupa as condições políticas que eles enfrentarão para aprovar todas as reformas necessárias, incluindo a da Previdência.

Em tom crítico, deixou claro que devemos ficar de olhos abertos, atentos ao que vem pela frente e prontos para agir quando for necessário.

“Nós temos que olhar com cuidado para o governo do Bolsonaro. Ele tem toda a condição de funcionar direito e reorganizar a nossa economia. Mas eles vão ter que aprender que em um governo não se deve buscar o ótimo, o the best solution. Você tem que buscar o the second best solution, que é onde você tem espaço para trabalhar”.


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Daniel Castanho

Sócio-fundador da Ânima, empresa coberta pela Eleven que é dona de universidades particulares em diversos Estados, Daniel Castanho apresentou uma fala otimista. Ele disse acreditar em um ambiente mais favorável para transformações estruturais aconteçam, como as reformas da Previdência e política.

Castanho discutiu a diminuição das relações trabalhistas. Para ele, os profissionais dependerão cada vezes menos de empregos formais, e serão obrigados a se tornar protagonistas e donos das suas carreiras. “Enquanto as pessoas estão discutindo o pós-emprego, aqui no Brasil nós temos o MEC validando as escolas, universidades públicas deterioradas, falta de vínculo entre a pesquisa e o que as empresas fazem”, disse.

Castanho ainda defendeu uma transformação pelo empresariado. “O BNDES deveria emprestar (dinheiro) para os empresários que arriscam. Seria muito mais fácil para todo mundo, porque o Brasil é feito dessas empresas”.

Adeodato Netto completou o raciocínio com a necessidade de se ter no Brasil um Estado menos intervencionista, com respeito aos contratos, além de direito à propriedade e da descriminalização do lucro. Esses elementos poderiam criar um circulo virtuoso, que seria consolidado conforme a sociedade reduzisse sua dependência do governo.

Educação (Kroton). A empresa Kroton Educacional expôs seus planos para minimização do impacto sobre sua principal vertente, a graduação, e para a integração e expansão do projeto ensino básico (Saber e Somos). A companhia está com suas margens pressionadas pelo seu projeto de crescimento. Além disso, enfrenta o grande volume de alunos do Programa de Financiamento Estudantil (Fies) que estão se formando e a redução drástica do número de novos matriculados. A educacional espera impacto negativo sobre a vertente de graduação nos próximos anos. No ensino básico, há planos para sua transformação em “one stop partner powererd by technology”, indo além do fornecimento de material didático, provendo também solução tecnológica integrada, de contraturno e formação de professores. A proposta de Kroton no ensino básico se mostra interessante e, apesar de sua comprovada capacidade de execução, o tempo para desenvolvimento da estratégia e a capacidade de acréscimo relevante de valor em seus resultados seguem como principais pontos de atenção.

 IRB Brasil (IRBR3). Em reunião pública realizada na segunda-feira (26) pelo Instituto de Resseguros do Brasil (IRB), foi abordada as boas perspectivas para continuação do crescimento da companhia em 2019. A Resseguradora líder na América Latina demonstrou boas expectativas para os próximos anos, podendo crescer até 2,2 vezes o PIB, conforme ocorreu nos últimos dez anos. O produto Vida tem demonstrado bom desempenho e o IRB desenvolveu soluções específicas para o público de alta renda, com análise de risco diferenciada que atendem às necessidades específicas de cada cliente. Ainda segundo o CEO, a empresa conta com o diferencial de oferecer executivos acessíveis, com amplo conhecimento do mercado e que transferem às seguradoras clientes seu know how adquirido nos quase 80 anos de atuação no mercado. Além disso, a relevante base de dados formada ao longo da história, combinada a uma análise caso a caso das operações, com relatórios de inspeção que visam reduzir riscos dos negócios e sugerem melhorias aos clientes, possibilitam uma precificação mais acertada e um serviço com maior valor agregado. Por fim, a possível retomada de investimentos em projetos de infraestrutura pode representar mais uma oportunidade para o IRB.

 NotreDame Intermédica (GNDI3). Como especulado nas últimas semanas, em Fato Relevante divulgado ao mercado na noite de 25 de novembro a Intermédica informou que o Conselho de Administração aprovou oferta pública de distribuição primária e secundária de 87 milhões de ações. A ideia é que sejam emitidos 12 milhões de papéis para a oferta primária e 75 milhões para a secundária, tendo como vendedor o fundo Alkes II, instrumento de participações da Bain Capital. A oferta pode ainda ser acrescida de 20% em lote adicional e mais 15% das ações inicialmente lançadas em lote suplementar. A oferta pode atingir R$ 3 bilhões. Se não houver demanda para a quantidade original (sem lotes extras), a oferta será cancelada. A Bain Capital continuaria sendo o maior acionista e, portanto, pouco deve mudar em relação às perspectivas para a companhia, dado que uma pequena parcela entraria para o caixa.

 Smiles (SMLS3). Por meio de um comunicado ao mercado divulgado na quarta-feira (28), a Smiles informou que foram eleitos pelo Conselho de Administração três membros para compor o Comitê Independente que será responsável por avaliar e negociar os termos da reorganização societária entre a companhia e seu controlador (Gol Linhas Aéreas). Na última quinta-feira, foi realizada uma Assembleia Geral Extraordinária para aprovação das nomeações e atividades relacionadas.

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