Termômetro do Mercado – Ibovespa em 120 mil pontos: diversifique o seu portfólio

O ano de 2018 foi a cara da volatilidade: fomos da euforia à greve, passando por momentos disfuncionais no mercado de juros e um processo eleitoral marcado pela histeria. Em 2019, começamos o ano agitado, com recordes e uma valorização de +10,8% do Índice Bovespa no mês de janeiro, na casa dos 97 mil pontos. O desempenho poderia ser melhor, não fosse a pressão sobre as ações da Vale em função da tragédia de Brumadinho. Se as perspectivas são positivas para ao longo deste ano, diversificação será a palavra-chave para investimentos eficientes em 2019.

É preciso entender que a aprovação da reforma da Previdência, mesmo com elevados custos políticos e algumas reduções em seu impacto fiscal, deverá ser o principal gatilho para a aceleração do crescimento econômico do país. Nosso time de analistas espera que a aprovação venha no terceiro trimestre, mas, até o processo ser concluído, instabilidades deverão acontecer no mercado de ações.

No entanto, estamos em um ciclo de retomada da mais profunda crise da nossa história e o efeito “mola comprimida” da economia é visível, com muitos investimentos represados aguardando os primeiros sinais do governo Bolsonaro. Em nossa opinião, ainda há espaço para valorização, com o Ibovespa podendo chegar a 120 mil pontos até o fim do ano. Esse cenário leva em consideração a aceleração da economia e do consumo doméstico, o crescimento do PIB em 3% no ano, câmbio relativamente estável e inflação encerrando o período acima da meta, em 4,7.

A temporada de divulgação de resultados das empresas também vem reforçando os números positivos divulgados nas prévias operacionais, corroborando com a valorização das ações no último mês.

Essa conjuntura, claro, poderá mudar por uma série de fatores. Apesar dos fundamentos domésticos favoráveis para 2019, o novo governo terá que lidar com um contexto internacional desafiador. Os principais riscos vindos lá de fora são a eventual necessidade de aperto monetário nos Estados Unidos (menos provável no cenário atual, mas não descartável) e a amplificação das incertezas no Reino Unido, Itália e França. A confirmação da desaceleração econômica na China também pode ter efeitos nocivos à economia brasileira.


Incertezas na hora de alocar um portfólio de investimentos são comuns.

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Combinação entre classes de ativos é essencial

Diante de tudo isso, a diversificação dos investimentos se torna imprescindível na busca por um melhor desempenho. Os investidores brasileiros, acostumados com elevadas taxas de juros, sempre alocaram boa parte de seus recursos em ativos de renda fixa, títulos públicos e afins, que hoje representam cerca de 80% de todos os recursos investidos no país. É cultural.

Porém, com a taxa de juros em patamares historicamente baixos por um período prolongado de tempo, tanto o investidor mais conservador como o mais agressivo deverão buscar uma combinação eficiente dentre as diversas classes de ativos ao longo do ano. Os investidores estão otimistas com a Bolsa brasileira, mas a escolha das empresas deverá ser criteriosa, buscando otimizar o retorno.

Na leitura da nossa equipe, o cuidado com a exposição não significa, sob nenhum aspecto, que temos um cenário menos construtivo para o país em 2019, muito menos para renda variável. A questão é a cautela e seletividade necessária para a montagem das posições. Entendemos que a adaptabilidade de portfólios será fundamental ao longo do ano.

Faça as suas escolhas

Identificar janelas de oportunidades será o caminho para investir bem em 2019. E esse é o trabalho desenvolvido pelo time de analistas da Eleven. Na última semana, por exemplo, nossos clientes receberam o relatório especial “Perspectivas para 2019”, com um detalhamento do cenário macroeconômico nacional e global, além de projeções para alguns indicadores da nossa economia.

O documento ainda traz uma relação das ações escolhidas por nossos analistas em cada um dos setores de nosso universo de cobertura.

Temos pela frente um grande espaço para geração de valor e quem estiver preparado para agir com racionalidade e visão de longo prazo terá sucesso em seus investimentos.

Petrobras (PETR3). A Petrobras anunciou a venda da refinaria de Pasadena para a Chevron, uma das operações mais aguardadas do plano de desinvestimentos da companhia. O valor da transação é de US$ 562 milhões, sendo US$ 350 milhões pelo valor das ações e US$ 212 milhões de capital de giro (data-base de outubro/2018). O valor final da operação está sujeito a ajustes de capital de giro até a data de fechamento da transação. As reservas provadas da Petrobras pelo critério ANP/SPE (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis/Society of Petroleum Engineers) caíram 4% no ano passado, passando de 12,4 bilhões de barris de óleo equivalente (boe) em 2107, para 11,9 bilhões de boe em 2018. Segundo comunicado da empresa, se forem desconsiderados os efeitos dos desinvestimentos realizados no ano passado, a estatal repôs 96% do volume produzido, devido à perfuração de novos poços, às respostas positivas a injeção de água e ao bom desempenho dos reservatórios no pré-sal das bacias de Santos e Campos.

Setor automotivo. Os financiamentos de veículos fecharam 2018 com os melhores índices do ano registrados em dezembro, de acordo com dados do sistema financeiro nacional divulgados pelo Banco Central. Foi o mês com o maior volume em liberação de crédito para pessoa física, R$ 9,54 bilhões, representando leve alta de 0,3% sobre o mês imediatamente anterior. Com isso, o saldo das carteiras de crédito do setor de veículos fechou acima de R$ 170,3 bilhões, aumento de 1,7% na comparação com novembro e crescimento de 13,7% sobre o fechamento de 2017. O índice de inadimplência recuou para o menor nível do ano ao atingir 3,3% em dezembro.

 Cielo (CIEL3). Os resultados do quarto trimestre de 2018 e do ano consolidado da Cielo evidenciam a necessidade de readequação da estratégia operacional e financeira da companhia, que registrou a primeira queda anual da lucratividade desde o IPO. A teoria foi provada e o aumento da oferta, com a entrada de novos participantes, começou a pressionar a curva de preços no mercado de adquirência. O aumento do volume financeiro transacionado foi ampliado, mas não conseguiu alcançar as estimativas projetadas para crescimento anual de 5% a 7%, tendo realizado 3,1%. Tal aumento ainda foi mitigado por menores preços, resultando em um fraco desempenho da receita operacional líquida. Já os gastos seguiram a direção oposta e aumentaram em maior proporção (+9,8% no ano consolidado e +5,5% na comparação trimestral).

Dividendos. A Cielo informou que foi aprovado em reunião do Conselho de Administração o pagamento dos dividendos relativos ao 4º trimestre de 2018, no montante de R$ 709.500.000,00, que serão pagos com base na posição acionária de 22 de fevereiro de 2019. As ações serão negociadas “ex dividendos” a partir de 25 de fevereiro de 2019. O pagamento ocorrerá em 11 de março de 2019.


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